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ANTOLOGIA DO CLUBE DOS ESCRITORES DE VINHEDO
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Contos,Crônicas, Poesias
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Descrição do produto  

 Antologia do Clube dos Escritores de Vinhedo
Contos, Crônicas, Poesias

Apresentação
É com imensa satisfação que faço a apresentação deste livro: Primeira Antologia do Clube dos Escritores de Vinhedo, fruto do trabalho de renomados escritores da nossa cidade. Com esta obra, o Clube dos Escritores de Vinhedo - CEV se apresenta galhardamente para a comunidade vinhedense.Com pouco tempo de vida o CEV já reúne um bom número de escritores que nos brindam com esta antologia e resolveu em boa hora reunir trabalhos de seus associados nesta primeira coletânea, abrindo, com este livro, seu caminho para o mundo literário.
Conheço quase todos os membros do CEV e com alguns tenho o prazer de conviver no dia a dia. São grandes escritores. Alguns já velhos conhecidos no mundo literário, outros, nem tanto assim, mas deixam marcada a sua identidade nesta maravilhosa obra. São trabalhos lindos e de muita qualidade literária. Esta coletânea reúne poesias, crônicas e contos, numa incrível diversidade, equilibra o real com o imaginário, tornando o conjunto harmonioso, traduzindo-se num livro de leitura agradável, bem ao gosto dos apreciadores da boa literatura. Sei muito bem que, o que temos nesta obra é apenas uma amostra pequena da produção potencial de cada um dos autores e, por isto, é que faço previsão otimista de que em muito breve teremos mais novidades. Deixo expresso, a todos os membros do CEV, não só a admiração, mas o agradecimento pela imensa colaboração na produção e divulgação da literatura brasileira. Desejo, sinceramente, vida longa aos componentes deste clube, e que perseverem na nobre arte de escrever. Estejam certos que, assim como eu, muito mais outras pessoas se encantarão com esta produção magnífica.
Parabéns a todos!
Prof. José Norberto Comune
Presidente da Academia Metropolitana de Letras Artes e Ciências - AMLAC


À Guisa de Prefácio
Após a leitura desta Antologia dos Escritores do Clube de Vinhedo, versão de 2012, muitos leitores vão se dar conta de que a cidade hospeda alguns escribas com notável consistência literária, sensibilidade à flor da pele e grande argúcia.
A diversidade da reunião das crônicas, contos e poesias,com ênfase para essas últimas, deu conta do que seja a vida artística daqueles que, além de suas ocupações pessoais
ou profissionais, ainda encontram tempo para a literatura. E nos comunicam o que sentem. Uma ultrassonografia de peso técnico de suas almas exibida ao público, como se estivessem convivendo com os autores.
Sinto muito se aqui e agora vocês apenas entrevirem encômios laudatórios. Bem que tentei encontrar senões, usei a lanterna de Diógenes com o mesmo espírito crítico, mas o tempo todo somente vi motivos para apoiar uma segunda antologia. Porque essa cumpriu seu papel de surpreender, emocionar e agradar. Li os trabalhos da Antologia e me encantei com eles. Agora, faço uma ligeira apresentação, na ordem em que foram publicados.
A religiosidade do primeiro autor exala de suas poesias. Ele não fala conosco, mas com a divindade a quem deve a vida. E nos lembra disso o tempo todo.
O “Poema/Oração – Eu preciso de ti, senhor”, do Aparecido de Oliveira, é de uma sensibilidade inexcedível. Ele desnuda o homem diante da condição humana, modela uma prece que sobe aos céus como rogatória de quem reverencia a divindade em um ato religioso. Uma beleza.
Um poeta por excelência, Benevides Garcia abre seu ser ao mundo, sem receio de exibir sua extrema sensibilidade.Em seus trabalhos há uma busca frenética de algo que nos é subtraído, daí o encanto de suas locuções carregadas de lirismo, inocência e pureza de espírito. Não tem nada para nos provar, é só ler suas obras, e se deve fazê-lo no conjunto; ele escreve como os folhetins do século XIX, cada um de seus poemas dá conta de um capítulo do ser sensível.
Com uma delicadeza admirável, Cacilda Franco Ribeiro nos faz viajar com sua prosa eficaz. Jogando ludicamente com as palavras, ela nos transporta, recontando a história do mundo da atualidade. Quem nunca foi ao Egito vai ficar com uma brutal vontade de conhecer o que resta daquela magnífica cultura dos faraós. Se é que isso se tornará necessário diante de seu texto.Cacilda logrou a proeza de narrar uma crônica poeticamente, prendendo-nos como se um conto de deslumbramento que era seu se tornasse nosso.
Conrado Luiz Amstalden é um danado. Tem uma imaginação incrível, prenhe de mistérios, ele no acrisola com visgo narrativo. Somos tentados a ir céleres ao desenlace, desesperados pelo grand finale, forçados por uma fluência que Deus lhe deu e da qual faz bom uso. Pena que nos não ensine a copiá-lo.Um dramaturgo do adultério por excelência, acaba tirando a culpa dos culpados. Nunca vi um engenheiro (geralmente detentores de mente lógica, matemáticos objetivos) abandonar os cálculos
de seu trabalho e hesitar entre os artigos técnicos da Revista do Marambaia, a intrigante crônica e a poesia meticulosa.
Olhei, olhei, tentei sentir e fiquei na dúvida. O texto da Cris Ferrari é uma poesia ou um conto? Creio ser uma novela, com contos maravilhosamente interligados. Se é que ela
tem alguma dúvida, faça cessá-la, que não mais se pergunte: é uma boa escritora.
Tem aquele dom de reconstruir uma cena como se estivéssemos ali com ela nos narrando o que se passa, vendo os atores agirem. É uma doce viagem ao passado, aos antepassados da família. Ficarei aguardando que ela escreva um romance histórico, porque os instrumentais já os possui à mão cheia.
Fernanda Farrenkopf conta-nos uma história à sombra da Torre Eiffel, um reencontro com alguém que veio do passado.E encerra com esse incomparável apelo: “Como vou viver sem seus sorrisos?” Fiquei sem saber se era uma crônica (mas era), um conto (sem dúvida) ou um poema. E que poema! Se eu tivesse tamanha criatividade, seria um contista. Ela cria com muita facilidade os cenários em que as coisas acontecem e aí nos ensina a enxergar as coisas que, olhando, não vimos.
Adorei o “Minha janela” e fiquei pensando se a autora reside no Condomínio Marambaia. Ali há gatos e gambás e também “cachorros que levam seus donos para passear”. As
maritacas, então, são uma sinfonia beethoviana do condomínio, e ela as captou muito bem. Mas aparece um sorveteiro e uma Pour Elise que lá não se encontram. Onde será que ela mora, essa fada das lendas com sua imaginação poética e o mundo que cria a sua volta e do qual não sai?
Livros na estante que me incomodam. É o dedo de uma gigante escritora como a Helenice Priedols. Uma frase dessas justifica uma antologia e a enriquece. Lendo o texto do Jesse Medeiros Leandro, fiquei pensando na mulher que o inspirou. Claro que ele nos lembrou das mulheres que povoam as mentes dos escritores, algumas
com formas físicas, CPF, RG e CEP, outras apenas imaginadas, consuídas pelos sohadores. Essa mulher do Jesse, não sei se é uma ou se seriam muitas. Agora, ela ou elas não precisam ser identificadas. Basta que inspirem pensadores como ele. Pena que não nos tenha indicado o telefone dela, escondida nesse mundão de meu Deus e que ele, somente ele, sabe como é, porque a retratou, mas nos subtraiu a alma, a dele, escritor e a dela, inspiradora.
A oração ao erro, que dá alento ao amor de mãe, não relata equívocos, nem os literários, mas as danações do amor filial. O que dizer desse “vício” (in casu, de ser poeta), que “é
decadente e acaba com a gente”. Nunca vi uma rima tão musical. Tão Mario Quintana.
Porém, vejam, ela logo corrige: ser poeta é ofício, e não posso explicar mais. Leiam o “Poeta, Vício ou Ofício”, cujo título é uma rima declamante, tanto como a da Marlene Cecília M. Sabatini.
Eu queria que o “Eu queria” aparecesse todo dia no jornal da Meres Affonso, esse decálogo de bom comportamento do ser humano. Seu lado jornalista emerge com brilho
ao construir essas regras de conduta do cotidiano. Meu Deus, mais Meres neste Vinhedo. Ela conseguiu sintetizar nossas necessidades e nos responsabilizar individual e coletivamente, e quem ler o que ela nos transmite percebe como todos nós somos culpados, uns mais, outros menos, mas sempre culpados. E, agora, fichados.
Atenção. Parem as máquinas. Como é possível alguém escrever e nos encantar, falando apenas da areia? Um mundão de areia perdida num espaço infinito, onde poucos animais sobrevivem, e o sol é sempre inclemente.
Miriam Trivellato nos impele a viajar com a imaginação. É gostoso ver o modo como ela fotografa um ambiente árido e ali encontra tanta vida. Não sei se um dia irei à África
nem se pisarei num deserto como o Saara, nem mesmo em imaginação, mas sinto que ali estive depois desse conto-poema-crônica que enriquece nossa antologia.
Algum dia, se alguém se decidir a escrever a história de nosso município, esse alguém tem nome: J. Régis Guillaumon. No “Vida de Tropeiro”, aparece um romancista de nomeada local e sensibilidade que nos lembra de José Lins do Rego, Guimarães Rosa, Jorge Amado, e até “Os Sertões”, cada um deles e todos eles. Ele reconstitui o ambiente do início da cidade, quando ainda era Rocinha, como se hoje estivesse
perambulando por suas ruas. Sua escrita deve ter sido feita com caneta Parker 51, escorrendo cinematograficamente como um documentário de uma época que não mais existe e que tem de ser resgatada. Claro, por ele mesmo, só por ele. Um cronista, romancista, historiador de mão  cheia, faz-nos esperar por mais. Quem tem um nome desses não precisa de muita coisa, mas ela nos dá muito alimentos espirituais com seu texto. E nos provoca a pensar.
Leiam devagar esse: “Mas quem é que nunca fechou a boca?”, da Taiany Veronezzi. E a partir daí, vão sentir um ferrão a acutilar a mente e tomar conhecimento de nossa condição humana.
Creio que, com esse texto e tudo o mais que nos apresentou nesta antologia, ela entra no panteão da literatura vinhedense e, quiçá, nacional, obrigando-nos a conhecê-la,
forçando-nos a ler seu próximo texto, comprar seu novo livro e sentir que não estamos sozinhos.
Quem é a Simone Pedersen? Uma excelente cronista social, a poetisa da vida ou uma ótima contista de situações do dia a dia? Ou será uma inesgotável autora de livros infantis? Não sei. Creio que é isso, mãe e muito mais do que tudo isso. Mas o que não ignoro é que, para mim, é a maior escritora de nossas plagas. Com tudo que faz, além de cuidar da família e de viajar, de se apresentar aqui e ali, de ser premiada o tempo todo, essa usina de força e criação consegue nos brindar com crônicas inolvidáveis, refletindo sua percepção do mundo atual, esforços inescrutáveis que nos passam uma mensagem positiva sobre a existência humana.
Toshio Katsurayama é um caso particular; ele criou uma linguagem própria, lembra “O Sítio do Picapau Amarelo”, de Monteiro Lobato, e “O Pequeno Mundo de Dom Camilo”,
de Giovanni Guareschi.
Nesta reunião de obras ímpares ele rouba a cena; seu texto é uma covardia, não dá para competir com ele. Discorre meticulosidade e nos conta um maravilhoso “causo” caipira.
Ele já é um escritor consagrado, está pronto. Perto dele, meu conto não conta.
Nada tenho a acrescentar ao meu continho, exceto ter assassinado a sangue-frio um enredo que daria uma bela história nas mãos de um escritor. E, se um leitor gostar do roteiro, apenas um, ainda que não me comunique o fato, ficarei feliz.
Wladimir Novaes Martinez 
 

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